Eugênio Trivinho PDF Imprimir E-mail
Qua, 20 de Junho de 2012 00:00

Nos blogs, somos narradores, autores, protagonistas... temos um contrato de leitura para com nossos leitores. Fazemos tudo para eles. Além disso, vivemos na sociedade da transparência: “quem não deve não teme”. Nos blogs, é possível identificar o enunciador e o enunciatário.

 

Trivinho vai falar da necessidade de estarmos nas redes, pois agora as pessoas são encontradas nas redes e não mais nos endereços físicos. Estar presente é um valor social e não estar é ruim.

 

As redes sociais são transpolíticas, pois estão além do que a política pode reger. Estão além dos padrões herdados pela modernidade e as leis não entendem. Ou seria possível dizer que “a partir deste clique é Argentina”?

 

E nas redes, temos o desejo do único. Queremos a visibilidade midiática, que é o fluxo dos assuntos lutando pelo foco. Como é uma disputa, logo, estar no foco é sinônimo de poder. A Luiza que voltou do Canadá agora pode cobrar 15 mil pra estar presente numa festa.

 

Com isso, instrumentalizamos o outro para ser a nossa audiência. Não queremos nos relacionar com eles, mas que eles nos leiam, nos vejam, nos assistam, nos deem audiência.