Intercom 2011
Engajamento PDF Imprimir E-mail
Sáb, 08 de Outubro de 2011 00:00

Muito se fala entre os analistas de mídias sociais sobre o engajamento da marca. A métrica, além de utilizada para ter mais receita, menos custos, melhorar os investimentos, melhorar processos administrativos, também pode ser usada, talvez principalmente, para melhorar o envolvimento com os clientes. Mas atenção, as métricas são específicas de cada setor!

 

No início, as empresas querem e esperam 100% de engajamento, porém, quando chegam as análises, se preocupam: "só 2%, como assim? Temos que melhorar isso". Contudo, esse já é uma porcentagem altíssima. Um bom nível de envolvimento é de 1%, que corresponde a quase 100% do seu público!

 

Um bom método para gerar conteúdo mais envolvente, é utilizar o próprio público como conteudista. Casos de sucesso: a Azul (aviação) e a Natura (cosméticos). Ao envolver o cliente desta forma, como conteudista, a empresa cria uma dimensão mais humana: "nos interessamos por você, nosso cliente".

 

Azul: criação de uma comunidade/rede social sobre viajantes, onde os clientes da gol postam o conteúdo/fotos da viagem!

 

Natura: criação de uma comunidade/rede social sobre produtos de beleza, onde os clientes postam suas dicas de como utilizar os produtos da empresa.

 

Outra dica: o número de informação deve ter um equilíbrio com a reação que proporciona.
A regra é a seguinte: quanto maior a quantidade de informação, menor o grau de reação.

 
Marketing e Crise PDF Imprimir E-mail
Sáb, 08 de Outubro de 2011 00:00

O Marketing Digital está crescendo com as redes sociais, porém, muitas vezes, "erradamente"! As redes são meios de interação. Se realizar marketing, não o faça do modo tradicional! Use sua capacidade de inovação para utilizar esta ferramenta nova que oferece muitas oportunidades.

 

Um caso de sucesso: o Halls de Uva voltou a ser fabricado porque perceberam pelas redes que muitos queriam esse sabor. A Natura já voltou a fabricar um produto, também porque clientes se manifestaram nas redes. Ambas as empresas fizeram marketing para que seus clientes escolhessem qual produto queriam de volta!

 

Porém, existem as crises nas redes. Assim como algo bom pode viralizar, uma reclamação também pode acabar com uma imagem, uma marca. O melhor, em época de crise, é dar depoimento pessoal, como se a empresa fosse uma pessoa. Pedir para especialistas falarem sobre o assunto, quando possível. Mas, principalmente, ser transparente e rápido na ação de combate!

 
Virais da Internet PDF Imprimir E-mail
Sáb, 08 de Outubro de 2011 00:00

Muito comum nos dias de hoje são os virais da internet. Um vídeo, uma frase, uma foto pode virar “celebridade” em segundos quando idolatrada nas redes. Empresas tentam fazer slogans e campanhas que entrem no agenda setting dos meios de comunicação. A cada viral que dá certo, mais empresas se motivam a fazê-los. Muito embora vemos diariamente casos de sucesso, não sabemos quantos virais são planejados! Quantas ideias morreram na praia?

 

Essa fama diária de vários assuntos que viram TT e vão parar nos principais telejornais dá a falsa sensação de que é fácil fazer um viral. O que não é, totalmente, uma verdade. Produzir um viral pode não ser barato, pois demanda dinheiro para pagar uma produção de qualidade e intelectuais de criação. Lógico, existem aqueles espontâneos, que geralmente nascem do humor, de algo engraçado.

 

Não existe um segredo, nem fórmulas para se gerar esse efeito. O fato é que coisas criativas, engraçadas e com boas intenções, têm mais, digamos, facilidade para se espalhar pela internet. Outro ponto importante, é saber utilizar o viral. Não deixar ele acabar, re-inventá-lo, gerar novas "doenças" com o mesmo "vírus"!

 

Lembre-se! Fazer um viral é praticamente o jogo do milhão: você faz sua aposta e ganha o milhão, ou perde tudo.